No dia 20 de Abril, hoje, se completa 15 anos do assassinato frio e cruel, do indio Galdino, o que segue ocasionando indignação à toda população brasileira. Seria o indio Galdino, mais um mártir ?.
O fogo que se colocou sobre seu corpo indefeso ainda não se apagou, e durante muito tempo crepitará nas mentes daqueles que minimamente se recordam do feito, alimentado pelo combustivel da consciência.
- Que delito cometi ? Deve haver pensado aquela pira ambulante que corría desesperada.
Ele não sabía, porém, quatro piromaníacos o haviam condenado à morte.
E desta vez a inquisição não estava julgando a Giordano Bruno, a Joana D'Arc, nem a nenhum dos milhares de judeos da Espanha e Italia que tiveram seu fim nas chamas da prepotência, da canalhice, da sordidez.
Desta vez - que pena ! o julgamento teve um rito sumarísimo, pois ao redor do indio Galdino já estavam reunidos o promotor, o juiz e dois verdugos, pois para o ato, para eles não era necessário advogado.
Acusacão : Cama de solteiro no chão de Brasília como se ainda fosse seu aquele solo.
Ele não tinha advogado. Se ele tivesse, diria que neste território muitos dos seus antepassados tinham anteriormente 'ido para a cama depois de ver estrelas de perseguição, em que o único perigo era as onças e cobras'.
Ao norte, ao sul em qualquer direção que os mais velhos tenham olhado as estrelas de planalto, tudo pertencia a eles, sem dúvida.
Mas o júri estava com pressa e ir a público rápido e indiferente.
O julgamento foi feito a sentença foi proferida. Não houve recurso.
Os carrascos foram ajudados pelo desenvolvedor, pelo juiz e pelo silêncio.
A cidade dos estábulos e palácios amanheceu mais pobre. Todos nós em cada esquina, e hoje temos vergonha de impunidade para os autores, mas a todos, devemos estar em julgamento.
Se formos absolvidos tem que trabalhar para uma sociedade mais coesa com as minorias, respeitando as diferenças.
Devemos também fazer justiça a Galdino e seu povo.
Então, sua alma vai voar, enfim, livre para o reino de Tupã, onde você vai andar em trilhas de paz, rios e lagos, como lá, os homens e os homens não irão caçar o homem "não é o homem lobo.".
Dentre os cincos rapazes um era menor de idade, este foi enquadrado no Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê internação máxima de três anos, a qual pode ou não ser substituída por prestação de serviços à comunidade,conforme a interpretação do juiz.
Os quatro maiores foram condenados a 14 anos de prisão por homicídio qualificado.
O menor ficou preso apenas três meses e os outros quatros ganharam liberdade em 2004.
É bom deixar claro que Tomás Oliveira de Almeida, Max Rogério Alves, Eron Chaves Oliveira e Antônio Novely Cardoso Vilanova, são de famílias ricas e poderosas, durante o tempo em cárcere tiveram todo o tipo de regalia.
“Nosso objetivo era brincar com ele, dar um susto mesmo, queríamos que ele levantasse e corresse atrás da gente.”
“Achamos que ele era um mendigo, por isso matamos ele.”
Giordano Bruno : Morto pela inquisição italiana, foi frei católico, depois Calvinista, e considerado herege, foi como Galdino, queimado vivo.
O fogo que se colocou sobre seu corpo indefeso ainda não se apagou, e durante muito tempo crepitará nas mentes daqueles que minimamente se recordam do feito, alimentado pelo combustivel da consciência.
- Que delito cometi ? Deve haver pensado aquela pira ambulante que corría desesperada.
Ele não sabía, porém, quatro piromaníacos o haviam condenado à morte.
E desta vez a inquisição não estava julgando a Giordano Bruno, a Joana D'Arc, nem a nenhum dos milhares de judeos da Espanha e Italia que tiveram seu fim nas chamas da prepotência, da canalhice, da sordidez.
Desta vez - que pena ! o julgamento teve um rito sumarísimo, pois ao redor do indio Galdino já estavam reunidos o promotor, o juiz e dois verdugos, pois para o ato, para eles não era necessário advogado.
Acusacão : Cama de solteiro no chão de Brasília como se ainda fosse seu aquele solo.
Ele não tinha advogado. Se ele tivesse, diria que neste território muitos dos seus antepassados tinham anteriormente 'ido para a cama depois de ver estrelas de perseguição, em que o único perigo era as onças e cobras'.
Ao norte, ao sul em qualquer direção que os mais velhos tenham olhado as estrelas de planalto, tudo pertencia a eles, sem dúvida.
Mas o júri estava com pressa e ir a público rápido e indiferente.
O julgamento foi feito a sentença foi proferida. Não houve recurso.
Os carrascos foram ajudados pelo desenvolvedor, pelo juiz e pelo silêncio.
A cidade dos estábulos e palácios amanheceu mais pobre. Todos nós em cada esquina, e hoje temos vergonha de impunidade para os autores, mas a todos, devemos estar em julgamento.
Se formos absolvidos tem que trabalhar para uma sociedade mais coesa com as minorias, respeitando as diferenças.
Devemos também fazer justiça a Galdino e seu povo.
Então, sua alma vai voar, enfim, livre para o reino de Tupã, onde você vai andar em trilhas de paz, rios e lagos, como lá, os homens e os homens não irão caçar o homem "não é o homem lobo.".
Dentre os cincos rapazes um era menor de idade, este foi enquadrado no Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê internação máxima de três anos, a qual pode ou não ser substituída por prestação de serviços à comunidade,conforme a interpretação do juiz.
Os quatro maiores foram condenados a 14 anos de prisão por homicídio qualificado.
O menor ficou preso apenas três meses e os outros quatros ganharam liberdade em 2004.
É bom deixar claro que Tomás Oliveira de Almeida, Max Rogério Alves, Eron Chaves Oliveira e Antônio Novely Cardoso Vilanova, são de famílias ricas e poderosas, durante o tempo em cárcere tiveram todo o tipo de regalia.
“Nosso objetivo era brincar com ele, dar um susto mesmo, queríamos que ele levantasse e corresse atrás da gente.”
“Achamos que ele era um mendigo, por isso matamos ele.”
Giordano Bruno : Morto pela inquisição italiana, foi frei católico, depois Calvinista, e considerado herege, foi como Galdino, queimado vivo.


Nenhum comentário:
Postar um comentário