Choro crocodilesco
As lágrimas que a presidenciável Dilma Rousseff (PT) quase deixou cair no debate de domingo à noite (12) mostra como o escândalo que atingiu a Casa Civil ameaça os pilares da candidata palaciana. Dilma minimizou em parte as acusações de tráfico de influência que envolve sua substituta no ministério, Erenice Guerra, e os parentes. A candidata foi questionada no debate e quase chegou às lágrimas. A tentativa de desviar o foco das denúncias mascara uma nova denúncia publicada nesta segunda-feira no “Estado de S. Paulo”.
Segundo a reportagem de Leandro Colon, uma irmã da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, autorizou o governo a contratar sem licitação o escritório do próprio irmão. No centro do contrato está o setor de Minas e Energia, que tem a influência de comando de Erenice e da ex-ministra Dilma Rousseff. Erenice foi consultora jurídica da pasta no período em que a atual presidenciável do PT dirigiu o Ministério de Minas e Energia no governo do companheiro Lula da Silva.


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